Jauru, 05/09/2014.
Escola municipal: Lourdes Maria
de Lima.
Professora: Sionei de Fátima
Liandro.
Série: 3º ano.
Relatório da sequência didática:
A Joaninha que Perdeu suas
Pintinhas,
Ducarmo Paes.
Período de execução: 01/09 / á / 05/09/2014.
Relato da sequência didática:
Minha turma é composta por 28 alunos, sendo
(19 meninas e 9 meninos),estando 01 no nível silábico sem valor sonoro,04
silábico com valor sonoro, que apesar das minhas intervenções os avanços
obtidos não tem sido satisfatórios,por apresentarem dificuldades na
aprendizagem .Tenho também 8 alunos
silábico alfabético e 15 alfabético.
Essa
sequência teve duração de uma semana, sendo distribuída num total de 05 aulas.
Entretanto o trabalho na sala de aula partiu-se do conhecimento prévio em que
os alunos têm sobre a Joaninha. Assim colei no quadro a história ilustrada com
uma Joaninha sem pintinhas e apresentei a história para eles, para que pudessem
fazer a leitura da capa, e assim criar expectativas em relação ao conto que
iriam ouvir. Perguntei se algum deles já havia perdido algum objeto que
gostavam muito, o quê, como fez para encontrá-lo. Todos os alunos participaram desse
momento com muito interesse, e diferentes relatos foram ditos tais como: perda
de animais de estimação, nota de cem reais, etc. Após esse diálogo fiz a
leitura da história, olha esse foi um momento mágico, pois já havia lido essa
história em outro momento, mas não tinha causado nenhuma reação diferente, e dessa
vez foi diferente, quando terminei de ler ,os alunos me aplaudiram,disseram que
a história estava, mas bonita, pediram para que lesse novamente. Então percebi que
o simples fato de ter colocado a história ilustrada no quadro e promovido o
diálogo antes de ler a história criou-se um momento mágico. Em seguida
trabalhei a oralidade fazendo os questionamentos tais como: qual é gênero
textual lido, o que aconteceu com as pintas da Joaninha, porque ela voltou ao rio, encontrou o que foi procurar no rio, o que aconteceu com
a Joaninha ao chegar em casa sem suas pintinhas, qual é o nome da Joaninha,quem
escreveu essa história,você gostou dessa história etc.
Na sequência foram feitas diversas
atividades como: separação e classificação de sílabas quanto aos números de
letras e sílabas, ordem alfabética, rima; produção e pintura de desenhos;
escrita de palavras com inicial “J”.completar palavras com” J”.Ligar palavras
iguais e produção de peque texto.
No
dia seguinte apresentei as crianças uma Joaninha, feita em E.V.A. sem as pintinhas
e, dei pistas de algumas pintinhas que estavam escondidas na sala, para que as
crianças o encontrassem e colassem na Joaninha. Terminando isso pedi aos alunos
que sentassem em dupla, entreguei uma Joaninha com um dado para cada grupo, para
que jogassem, e de acordo com o número obtido no dado, pintar na Joaninha o
número que corresponde a quantidade de bolinhas obtidas no dado, quem terminar
de pintar os números da joaninha primeira ganha o jogo, lembrando que o jogador
que jogar o dado e der um número que ele já terminou de pintar terá que passar
a vez para o colega, e ficar sem marcar ponto nessa rodada .
Nesse dia foi
trabalhado também diversas problemática
envolvendo a adição,subtração,
multiplicação;buscando verificar quem fez mais e menos pontos;quantos pontos
fez o jogador com menos ponto,os dois juntos fizeram quantos pontos, quantos
conjuntos de duas Joaninhas havia na classe, se ficou alguma Joaninha sem
conjunto;o número dois é par ou ímpar, escrita de números pares e impares de
acordo com o números de alunos da classe; escrever os números que estão na
carapaça da Joaninha em ordem crescente e decrescente;contar e registrar
quantidades de pintinhas de todas as Joaninhas;
completar atividades com números que faltam.
No terceiro dia Busquei saber por meio de situações
problema número de Joaninha e pintinhas expostas nas figuras apresentadas, decomposição de número
e escrita por extenso dos mesmos.
classe e ordem númerica , unidades, dezenas,centena, valor posicional de número
,antecessor e sucessor ,números pares e
ímpar, caça- número, liguar número;desenhar pintinhas nas Joaninhas seguindo
sequência;circular grupos que tem mais Joanihas.
No quarto
dia os alunos completaram texto lacunado; retirou da poesia - Joaninha,
palavras que inicia com a sílaba “co” e palavras que termina com a sílaba
“nha”, “za” dígrafos, encontros consonantais e substantivo
comum; diminutivo e aumentativo; escrita de nomes de pessoas e objetos que
inicia com a letra “J”. Ditado
de palavras;
ordem alfabética, escrever o
alfabeto; separar
sílabas e, indicar números de letras e sílabas; caça-palavra, rimas, desenhar
Joaninha.
Na quinta aula trabalhei a interpretação de texto
informativo; desenho; pintura;
sequência numérica; pintar
palavras com as cores indicadas de acordo com a letra inicial de cada uma; fez um quebra cabeça e uma Joaninha de dobradura. O
trabalho com a Joaninha foi significativo, pois os alunos estavam bastantes interessados
até mesmo aqueles alunos que tem demonstrado poucos interesses pelas atividades
diárias em sala, pois uma aluna que sempre demonstra pouco interesse pelas
aulas diárias, disse
professora a senhora podia dar atividades da Joaninha todos os dias, eu gostei
muito dessas atividades, e assim pude perceber que ela se esforçou muito para
realizar todas. E um dia dessa semana chegou um tio dela na escola e ela mostrou
sua atividade a ele, pois estava feliz com o seu próprio desempenho.
Dessa forma, mas uma vez fica
comprovado que as atividades têm que ser atraente e dinâmica aos olhos dos
alunos, isso pode ser atingido com ações que a nosso ver são muito simples, mas
que para o aluno pode ser um momento mágico, por sentir se inserido num
contexto, onde precisa criar estratégia para resolver determinadas problemáticas.
E esse trabalho me fez perceber isso, ao ver a interação e esforço de cada
aluno.
Jauru, 26/09 /2014.
Escola municipal: Lourdes Maria
de Lima.
Professora: Sionei de Fátima
Liandro.
Série: 3º ano.
Experiência pedagógica com jogos, em
sala de aula.
Relatório:
O
presente relatório busca relatar algumas
experiências realizadas com jogos
no ensino da matemática, proposto para os alunos do terceiro ano do ensino fundamental,
na escola Lourdes Maria de Lima, Jauru MT. Buscando atender
as exigências do curso penaic. Que tem o intuito de melhorar o ensino da
matemática nos anos iniciais.
Sendo
assim, foram trabalhados os seguintes jogos: Disco mágico; As duas mãos; “Nunca”10;
Cubra a diferença; cubra o anterior; jogo das operações; para ou arrisca I; A
bota de muitas léguas; Pintando o sete; Acerto ao alvo I; Tapete amarradinho, amarradão
e soltos; ficha escalonadas; estimativa.
Assim,
o primeiro jogo que realizei foi o (DISCO
MÁGICO), gostei muito de ter começado trabalhar jogos por ele, pois percebi
que o seu colorido aguçou a curiosidade das alunas em relação a querer saber
como jogar, qual era a regra do jogo, então expliquei a regra que está no livro
e, escrevi no quadro o valor de pontuação de cada cor, em seguida pedi que
sentassem em dupla; distribui o quadro de registro, os pratos e as fichas para
que realizassem o jogo, nesse primeiro momento do jogo foi muito bom os alunos
se interagiram bem, porem foi um pouco complicado na hora de somar os pontos,
para determinar o pódio, pois muitos grupos teve dificuldades e queriam ser
orientados todos ao mesmo tempo,mas busquei tranquiliza-los, pois eram catorze
dupla,e na medida do possível fui ajudando cada uma.A realização dessa
atividade foi significativa para os alunos ,pois pude perceber que a
compreensão dos mesmos em relação a decomposição de número foi aprimorada .
E
o segundo jogo que trabalhei foi, (AS DUAS MÃOS), o mesmo foi trabalhado de duas
formas uma para os aluno que ainda estão no nível de desenvolvimento inicial, para
esses alunos as atividades foi desenvolvidas seguindo a forma e regras, que estão
expostas no livro de jogos. E para os demais alunos propus que as duplas
jogassem dois dados e, a cada soma de dez bolinhas obtidas nos dados faziam um
amarradinho de dez palitos e colocava em um dedo, e se jogassem os dados e
dessem uma soma diferente de dez, deveriam separa os palitos correspondentes ao
numero de bolinhas obtida nos dado e esperar as próximas jogada até, o momento
em que completassem dez palitos, para fazer o amarradinho, assim seguir o jogo até
que todos os dedos tinha um amarradinho de dez palitos, completando ai, uma
centena de palito e assim foi feito o jogo. Meu objetivo com essa atividade é
que os alunos percebam na integra
quantas unidades existem em uma centena,tendo em vistas que alguns alunos ainda não domina essa relação .E após essa
atividade já pude perceber que houve uma melhora na compreensão desse atividade
por parte desses aluno .
Terceiro
jogo foi o (“NUNCA”10), foi
realizado de acordo com as instruções do livro de jogo, iniciei explicando a
regra e como seria realizado esse jogo, em seguida pedi que formassem grupo de
quatro alunos e, distribui todos os materiais a cada grupo, junto a tabela de registro.
Dei uma modificada nessa tabela coloquei a cada duas jogadas um subtotal,
percebi que os alunos gostaram muito de trabalhar com essa tabela porque facilitou
à soma do total de pontos, os alunos participaram com interesse, interagiram bastante,
uma aluna com uma calculadora em mão me ajudou bastante no auxilio de alguns grupos
que estavam com dificuldades na realização das adições. Em seguida fizemos
algumas decomposições de números no quadro, procurei frisar bem o valor
posicional de cada número. A, pois essa atividade pôde perceber que alguns
alunos que tem dificuldade, em compreender o valor posicional de números, passaram
a compreensão melhor essa atividade.
O quarto jogo
foi o ( CUBRA A DIFERENÇA), que também foi trabalhado seguindo as instruções do
caderno de jogo, onde expliquei como seria o jogo, e na sequência pedi que formassem
grupos de quatro pessoas, entreguei o tabuleiro e os cartões para cada grupo.
Essa atividade foi muito boa, pois me fez perceber de perto o tamanho da
tificuldades que alguns alunos têm para realizar cálculo mental simples, como
esses do caderno, e ter tido essa visão foi fundamental para que pudesse promover
outros momentos para o desenvolvimento do raciocínio lógico. .
No final os alunos foram desafiados a
realizarem alguns cálculos mentais, onde propus algumas adições e subtração
simples, e o aluno que respondessem primeiro ganhava um ponto que era
registrado no quadro de giz, todos os alunos participaram dessa atividade e
cada um queria falar primeiro que o outro acabou virando uma competição muito
boa.
Quinto jogo foi o (CUBRA O ANTERIOR), também seguiu
a instrução do caderno de jogo, explique como seria realizado e as regras do jogo,
pedi que fizessem grupos de quatro, em seguida entreguei os dados, os
tabuleiros e os cartões, esse jogo foi mais tranquilo que o cubra as diferença,
pois o antecessor eles dominam mais, porem quando foram desafiados a criarem nova
possibilidade para cobrir os números do tabuleiro eles tiveram dificuldade,
então intervi reformulando outras possibilidades no quadro de giz, inclusive um
do exemplo que usei foi esse proposto no caderno de jogo, que para cobrir o 6
uma das possibilidade é tirar 4 em um dado e 3 no outro que
somando 4+3= 7 e 7-1 = 6 ,dessa parte
não gostaram muito pelo fato de ter que pensar. Mais, para mim foi muito bom ter
essa visão, pois posso promover mais momentos para que eles criem novas
possibilidades tanto na adição como na subtração, e com isso possam superar
essa dificuldade.
Sexto jogo
foi o (DAS OPERAÇÕES), esse
jogo também seguiu as regras e passos proposto no caderno de jogos, o quadro de
registro foi o mesmo, porem contendo 28 jogadores que é o correspondente aos
números de alunos da sala, assim todos os alunos teriam que ficar atentos para anotar
todos os resultados, com os primeiros jogadores precisei conduzir o jogo, mas
partir do quarto jogador os próprios alunos conduziram o jogo, com esse jogo
descobri que a maioria dos alunos gosta mais de realizar as operações de adição
do que a subtração, pois quando jogavam o dado que saia a adição à turma toda
vibrava de felicidades e quando saiam à subtração eles diziam “u...”, pois
alguns alunos não queriam aceitar que o segundo dado tivesse número de bolinhas
maior que o primeiro; exemplo se na primeira vez que jogava o dado saia 5
bolinhas em seguida o sinal de subtração
e depois, o dado de bolinha fosse 6 eles logo dizia tia 5 não da para tirar 6 ,então
expliquei que era só inverter os números ou seja do número maior tirava se o
menor,então passaram a realizar as operações com mais segurança.E no final os
alunos resolveram algumas problemáticas tais como quem fez mais e menos ponto,se houve empate de pontuação,a diferença de ponto entre o
maior e o menor colocado etc.Foi um jogo bastante divertido,em que todos os
alunos participaram com interesse .
Sétimo jogo foi o (PARA OU ARRISCA? I); esse jogo
também foi realizado seguindo as instruções do caderno de jogo, onde os alunos
fizeram anotações em folhas em branco. Alguns alunos não gostaram muito da
dinâmica do jogo pelo fato de que se tirar o número um perdem tudo o que já
havia conquistado. Mas a maioria dos alunos gostarem e se divertiram, com o
jogo.
Oitavo jogo foi, (A BOTA DE MUITAS LÉGUAS), com a
sala organizada em “U” explique como
esse jogo seria realizado, e que a turma toda ia realizar junto, mas cada um ia
ter o seu momento de participação, então convidei alguns alunos para construírem
retas no chão, onde foram feitas seis retas numerada de 0 a 25. Em seguida pedi
que um aluno sorteasse um cartão amarelo e o outro aluno, sorteassem um cartão azul;
e que um terceiro aluno, desse a quantidade de pulo e o tamanho do pulo,
indicado nos cartões em que os amigos havia sorteados, assim seguiu o jogo até
que todos os alunos tivessem participado. Procurei explorar bastante, quantos
pulos o colega deu, em que número ele parou ,explorando ai também a
multiplicação e a divisão. Após isso cada aluno fez uma reta no caderno e deram
pulos de 5 em 5 .Essa atividade foi muito boa,pois aprimorou a compreensão dos
alunos ao contar números de 2 em 2 ,3 em 3 ,5 em 5 e, assim obtendo uma melhor
noção sobro o processo da multiplicação e divisão.Os alunos interagiram
bem,ficava atentos para ver se o colega ia errar,se isso aconteciam eles mesmo
tentava ajudá-los.
O nono
jogo foi o ( PINTANDO O SETE), esse jogo
também seguiu,as orientação do caderno de jogo,então expliquei as regra e como o jogo seria
realizado ,pedi que os alunos sentassem em dupla e distribui todos os materiais
a eles, com esse jogo pude perceber com
mais clareza o quanto é difícil para
algumas crianças perder um jogo para o seu colega, por mais simples que seja,então aproveitei o momento para ,encoraja-los
a enfrentas as perdas em qualquer circunstância da vida ,na sequência
realizaram varias operações simples no quadro de giz .Os alunos gostaram do
jogo interagiram bem uns com os outros.
O décimo jogo
foi o (ACERTO AO ALVO I); para esse jogo fiz um quadro de registro contendo o
nome dos vinte e oito alunos da classe, onde cada aluno tinha que estar atento
a todas as jogadas, pois tinham que anotar as jogadas de todo os colegas,
também mudei o valor das bolinhas para dez, pois vi aqui mais uma oportunidade,
para estar reforçando o estudo sobre as dezenas. Assim, antes de bater o sinal
para entrarem para sala de aula ,fui até a sala de aula e coloque as carteiras
em “U” para que o centro da sala ficasse livre para fazermos o circulo,escrevi
no quadro o nome do jogo. No inicio da aula expliquei o jogo que iríamos realizar
sua regra e como seria feito no chão da sala de aula. Em seguida chamei dois
alunos para medir o barbante, onde um segurou o barbante e o outra mediu com
uma trena um metro e meio de barbante. Então chamei outros dois alunos, um
amarrou uma ponta do barbante no meio de uma caneta e o outro aluno amarou a
outra ponta do barbante no meio de um giz, então um segurou a caneta no chão e
o outro fez o circulo com o giz. Em seguida chamei outros três alunos para
organizar as bolas de gudes no centro do círculo, feito isso deu se início ao jogo.
Nesse jogo foi realizado duas rodadas, os alunos estavam tão empolgados que se fossem
deixas teriam jogado a aula toda, eles torciam como se fosse um campeonato. Na
sequência foram trabalhadas, algumas problemáticas e, um fato que me chamou
atenção nesse jogo foi o fato de que a maioria dos alunos fez pontuação zero ,onde
na primeira rodada as bolinhas estava
distribuída igual as expostas no livro.E com o intuito de diminuir o
gral de dificuldade , na segunda rodada
procurei juntar mais as bolinhas,porem
os resultados permaneceu mais ou menos igual ao da primeira rodada.Então a maioria dos os alunos que estão em fase de
desenvolvimento mais avançado,não aceitavam ter feito menos pontos que um
alunos em fase de desenvolvimento iniciais .Onde ao responder as problemáticas
de quem fez mais e menos ponto,a diferença
de pontuação,algumas alunas em desenvolvimento mais avançado que haviam
feito pontuação 0, dizia ter feito pontuação máxima e colocava a pontuação 0
para o aluno da fase de desenvolvimento inicial que tinha feito a maior pontuação.Então tive que promover uma conversa sobro o respeito ,aceitar as
perdas independente do tamanho que ela seja ,pois na vida real
estamos competindo a todos os momentos,e não sabermos lidar com as perda
é muito complicado,pois ,podemos pagar preço muito alto ,por não sabermos lidar
com as nossas emoções etc.Este foi um jogo bem descontraído,em que todos os
alunos participou com interesses.
Trabalhei também o (TAPETE DO AMARRADINHO,
AMARRADÃO E SOLTO), formando os grupos da unidade, dezena e centena. Nesse jogo
os alunos sentaram em dupla e, cada um na sua vez jogava os dados e, a soma dos
dois dados era pego em palitos, se a somo for inferior a dez, coloque os palito
solto sobre a unidade,quando completar dez trocas- se por um amarradinho e
coloque sobre as dezenas ,e se a soma dos dois dados for igual a dez, faz-se um
amarradinho e coloque sobre a dezena, quando formar dez amarradinhos troca por
um amarradão. Essa atividade foi muito boa para que os alunos passassem a
compreender melhora decomposição de números.
Trabalhei
também com a (FICHAS ESCALONADA), nessa atividade os alunos sentaram em grupos
de quatro, porem cada aluno montou suas ficha em sua carteira, foi muito bom,
pois um ajudava o outro. É uma atividade bacana, fácil de ser trabalhada, e já
pude perceber bons resultados em relação à decomposição de números por partes
de alguns alunos que ainda tinha dificuldades nessa atividade.
Trabalhei
também a (NOÇÃO DE ESTIMATIVA) levei para a sala de aula dois potes do mesmo
modelo, porem de tamanho diferente com balas, com as mesmas quantidades de balas,
perguntei a cada aluno quantas balas, achava que tinham em cada pote, as
respostas foram as mais variadas possíveis, porem ao ser questionado em qual
dos dois potes achavam ter mais balas, amaioria dos alunos disseram ser o pote
menor e somente uma aluna disse que achava que os dois potes tinham a mesma quantidade.
Na sequência aproveitei para contar as balas de cada pote e notei os resultados
no quadro de giz, explorei a adição e a multiplicação para chegarmos ao resultado
total, da quantidade de bala existente nos dois potes. Aqui pude perceber que
muitos alunos, na hora de fazer uma análise como essa não tem noção do que esta
dizendo. A pós e essa atividade percebi que é preciso trabalhar essa atividade
com mais frequência, em minhas aulas, para que os alunos possam suas noções de
estimativas.
Ao
concluir esses relatórios posso dizer que empregar o jogo em minha pratica
pedagógica não foi fácil, às vezes achava que ai perder o domínio da turma,
tento em vista que de início os alunos ficavam muito eufóricos, mas “Eu” dava
um jeitinho daqui outro dali, até que as coisas normalizavam. Então acredito
que um dos primeiro passos para o trabalho com jogo em nossas aulas de certo de
fato, é primeiro vencer o medo, do não domino de sala, até por que o jogo é
para se tornar a aula prazerosa e não maçante, pois sabemos que o jogo para o ensino da
matemática quando bem planejados são recursos pedagógicos eficazes e,
fundamental na aprendizagem de conceitos matemáticos, porque a criança envolve
ao fazê-lo e, isso propicia uma aprendizagem natural, em que o aluno não
precisa decorar regras e conceitos que não entendem o que torna as aulas
cansativas e desinteressantes, tanto para o professor que não vê bons resultados
no seu trabalho, quanto para os alunos que acabam cansando e muita das vezes
até detestando a disciplina. Então posso dizer que a realização dessa atividade
foi muito bom, tanto para os alunos quanto para mim, pois proporcionou momentos
de aprendizagem significativas.
Jauru, 28/07/2014
Escola municipal: Lourdes Maria
de Lima.
Professora: sionei de Fátima
Liandro.
Atuando com a turma do: 3º ano.
1º Relatórios de experiência pedagógica:
Bom, apesar de estar trabalhando na escola mencionada acima, falarei de quatro
experiências que trabalhei com meus alunos, sendo uma de quando trabalhava na
educação infantil, a qual atuei por 12 anos aqui na creche de Jauru MT. E as
outras três com a turma que atuo atualmente.
Sendo assim, quando trabalhava na educação infantil com crianças de 3
anos,sempre me preocupava em trabalhar as noção matemática através do lúdico, de modo que essa noção não
ficassem restrita apenas as melodias
infantis, mas que pudessem ir um pouco além
das diversas melodias como: a do cinco patinhos, elefantes que incomoda
muitas gente,1,2,3 indiozinho etc. Pensando assim ,elaborei uma tabela, na
folha A4,risquei da largura e comprimento de uma régua comum ,pintei
cada três quadrado com cores
diferentes,depois da tabela pronta colei em uma capa dura de caderno velho, para ficar mais firme , em plastifiquei com
fita e, coloquei varias tampas de garrafas pet
coloridas , em uma caixa de
sapato em cima da mesa e pedia as crianças uma de cada vez que
pegassem tampinhas de uma determinada cor e colocassem em cima de um quadrado da tabela que fossem da mesma cor da tampinhas ,em seguida realizava a
contagem das tampinhas,fazia agrupamento de tampinha por cor indicando o numero de cada cor sequência de cores e numérica .As crianças
gostavam muito dessa atividade, então eu sempre trabalhava ela. O que mais me
deixava fascinante é perceber como uma criança com apenas três aninho
conseguiam criar estratégia impressionantes.
Com essa atividade trabalhei
varias habilidades tais como: reconhecimento de cores e números, noção de sequência
de cores e de números até cinco, comparações etc.. Essa é uma experiência que
deu certo e que vou guardar comigo para sempre.
2º Relatório
de experiência pedagógica:
No dia 15 /07/2014, trabalhei na aula de matemática
com amarelinha, no início fizemos uma roda de conversa sobre essa bincaderira. Então
perguntei se todos conheciam e gostavam dessa brincadeira, se brincam sempre,
onde e com quem apreenderam a brincar etc. Em seguida entreguei a eles duas
atividades de amarelinha para que pudessem completar, uma para ser completada
com números do um ao dez e a outra para completar com números de dez em dez,
indo do dez ao cem, então disse a eles que iríamos confeccionar também duas amarelinhas
iguais a que eles haviam acabado de completar. Nossa! As criançadas ficaram eufóricas.
E assim, que acabaram de completar as atividades do caderno, com a turma
sentada em “U” passaram a confeccionar às amarelinhas bem no centro da sala com
cartolinas coloridas, todos os alunos participaram com entusiasmo, após
produção das amarelinhas, foram pular cantando cada número existente nela. A
aula foi boa, passou que agente nem viu, os alunos se divertiram pulando a
amarelinha, com isso aprendeu muito sem se dar conta que estava estudando e não
apenas brincando, uma aluna disse professora eu gostei da aula de hoje foi muito
legal todas as aulas poderia ser assim. Com essa atividade trabalhei varias
habilidades como: a coordenação motora e lateralidade; ordem crescente e decrescente;
reconhecer cores e números, sequência numérica; estimular a concentração e percepção.
3º Relatório de experiência pedagógica:
28/07/2014
- Hoje fizemos uma atividade de matemática usando a fita métrica, no primeiro
momento fizemos uma discussão, onde perguntei se eles conheciam essa fita, se
sabem pra que ela serve, quais profissionais que mais utiliza ela, perguntei se
algum dele já havia pegado uma fita desses na mão. Após vários questionamentos,
com a turma sentado em “U” entreguei aos alunos duas fitas métricas para que
passassem de mão em mão e pudesse conhecê-la de perto, tendo em vista que a
maioria deles disse não conhecer essa fita, pedi a eles que observassem bem, pois
precisavam compreender que um número esta sempre dentro do outro, pois quando
contamos um, dois, é preciso saber que o um esta embutida no dois, ou quando
contamos uma sequência de números de um ao dez,precisamos saber que todos os números que
falamos antes do dez esta dentro dele, ou seja, esta embutido no dez, isso
acontece com todos os números,expliquei ainda que, assim como os nossos órgãos,
a comida que comemos estão dentro do nosso corpo, assim estão os números um
dentro do outro,portanto é preciso compreendermos o significado dos números
para que possamos usa-los de maneira significativa, pois esses fazem partes de
nossa vida desde que estamos dentro da barriga de nossas mães, é possível saber
o peso, tamanho, quantas semanas de gestação tem um bebe ainda na barriga da mãe.
Após explicação entregue aos alunos uma atividade igual uma fita
métrica
para que eles pintassem, a cada dez centímetro com cores diferente, em seguida
recortar e colar na sequência correta, obtendo ai uma fita semelhante a que
eles tinham em mãos, os alunos capricharam na atividade e ao perceberem que a
fita deles ficou bem parecida com a original ficaram empolgados, um mostrava
para o outro o resultado de sua atividade. No
final da aula, a alunas Maria Eduarda chegou até a mim e disse: professora
agora sim, eu aprendi a contar de dez em dez e começou a contar, e explicar o
que havia aprendido na aula, a inda disse gostei muito da aula de hoje. Agora
que todos tem sua fita métrica, pretendo usa-las nos conteúdos de unidades de
medidas, pedir para eles medir as carteiras, portas, quadro, janelas, os
colegas, etc.
Habilidades
desenvolvidas: conhecimentos sequenciais e análise numérica; despertar o
raciocínio lógico; exercitar a concentração e coordenação motora; adquirir
noções básicas de medida etc.
Professora: Sionei de F. Liandro.
Jauru MT.
4º Relatório de experiência
pedagógica:
Na aula de matemática de hoje (,29 /07-2014),trabalhei
unidade de tempo usando uma sugestão proposta no livro de matemática do 3º ano
( Porta Aberta,p.33),que foi recortar a figura do relógio da ( p.261) e colar
os ponteiro para que os alunos possam manipular cada um o seu relógio tornando
mais fácil aprenderem ver as horas ou seja obter uma noção mais concreta de
medida de tempo,de uma maneira mais dinâmica . Sendo
assim iniciei a aula perguntando se conheciam relógio, para que servem os mesmos,
quem tem, ou seja, quem já teve um, mesmo que seja de brinquedos, costumam ver
ou perguntar as horas em sua casa, quando faz isso e assim,seguiu os questionamentos.
Na sequência distribui os livros e junto um pedaço de cartolina e E.V. A, para
que recortassem o relógio colassem na cartolina e pedaços de E.V.A. em volta do
relógio, a pós o relógio pronto, ”EU”, pedi aos alunos que indicassem no
relógio a hora que cada um toma o seu café da manhã, horário que almoça para
vir à escola, o horário que o sino da escola taca para o inicio das aulas e o horário
que terminam as aulas. Nossa! Esse momento foi mágico, pois todos marcavam a
hora no relógio ao mesmo tempo, e queriam que eu olhasse todos ao mesmo tempo
também, só que eu não dava conta, pois tinham 26 alunos, mais “eu” pedia calma
e finalmente consegue ver e dialogar com cada um. E foi muito bom ver a euforia
dos alunos.
Conclui que a aula possibilitou a
interação das crianças em meio ao momento prático e aprendizagem de conceitos
matemáticos; proporcionou também a elas um momento de reflexão informações
sobre sua rotina diária bem como a identificação dos horários das ações mais
importantes do seu dia- dia .
Os alunos acharam a aula
interessante, muito deles disseram que agora sim tem noção de como ver as horas
no relógio e que a aula estava muito boa.