segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

RELATÓRIO:

EXPERIÊNCIA: PESO NO AR.
  ESCOLA MUNICIPAL LOURDES MARIA DE LIMA
SÉRIE: 3º ANO. PERÍODO: VESPERTINO
PROFESSORA: SIONEI DE FÁTIMA LIANDRO  
JAURU: MT.

 De modo geral a realização da feira de ciência foi muito boa, pois proporcionou não só, aos alunos como também a nos professores grandes descobertas. Onde através da experiência peso no ar os alunos puderam compreender melhor que, apesar de ser incolor e inodoro, o ar possui peso, além de ser composto por outros gases, vindo a perceber a presença do ar e reconhecer que o mesmo também suporta peso. Além disso, achei maravilhoso o intercambio dos alunos de outras escolas, empolgando ainda mais nossos alunos. Dessa forma, mas uma vez fica comprovado que o trabalho com atividades dinâmicas possibilita uma melhor aprendizagem, pois tornam a atividade mais atraente aos olhos dos alunos, isso pode ser atingido com ações que a nosso ver são muito simples, mas que para o aluno pode ser um momento mágico, por sentir se inserido num contexto, onde precisa criar estratégia para resolver determinadas problemáticas e superar seus medos. E esse trabalho me fez perceber isso, ao ver a interação e esforço de cada aluno, não apenas somente dos meus alunos como também os demais alunos da escola. Espero que essa iniciativa prolongue por muito tempo.
Jauru, 05/09/2014.
Escola municipal: Lourdes Maria de Lima.
Professora: Sionei de Fátima Liandro.
Série: 3º ano.
Relatório da sequência didática:
A Joaninha que Perdeu suas Pintinhas,
Ducarmo Paes.
Período de execução: 01/09 / á / 05/09/2014.

        Relato da sequência didática:
  Minha turma é composta por 28 alunos, sendo (19 meninas e 9 meninos),estando 01 no nível silábico sem valor sonoro,04 silábico com valor sonoro, que apesar das minhas intervenções os avanços obtidos não tem sido satisfatórios,por apresentarem dificuldades na aprendizagem .Tenho também 8 alunos  silábico alfabético e 15 alfabético.                                                                                                                                                            Essa sequência teve duração de uma semana, sendo distribuída num total de 05 aulas. Entretanto o trabalho na sala de aula partiu-se do conhecimento prévio em que os alunos têm sobre a Joaninha. Assim colei no quadro a história ilustrada com uma Joaninha sem pintinhas e apresentei a história para eles, para que pudessem fazer a leitura da capa, e assim criar expectativas em relação ao conto que iriam ouvir. Perguntei se algum deles já havia perdido algum objeto que gostavam muito, o quê, como fez para encontrá-lo. Todos os alunos participaram desse momento com muito interesse, e diferentes relatos foram ditos tais como: perda de animais de estimação, nota de cem reais, etc. Após esse diálogo fiz a leitura da história, olha esse foi um momento mágico, pois já havia lido essa história em outro momento, mas não tinha causado nenhuma reação diferente, e dessa vez foi diferente, quando terminei de ler ,os alunos me aplaudiram,disseram que a história estava, mas bonita, pediram para que lesse novamente. Então percebi que o simples fato de ter colocado a história ilustrada no quadro e promovido o diálogo antes de ler a história criou-se um momento mágico. Em seguida trabalhei a oralidade fazendo os questionamentos tais como: qual é gênero textual lido, o que aconteceu com as pintas da Joaninha, porque ela voltou ao rio, encontrou o que foi procurar no rio, o que aconteceu com a Joaninha ao chegar em casa sem suas pintinhas, qual é o nome da Joaninha,quem escreveu essa história,você gostou dessa história etc.
    Na sequência foram feitas diversas atividades como: separação e classificação de sílabas quanto aos números de letras e sílabas, ordem alfabética, rima; produção e pintura de desenhos; escrita de palavras com inicial “J”.completar palavras com” J”.Ligar palavras iguais e produção de peque texto.
    No dia seguinte apresentei as crianças uma Joaninha, feita em E.V.A. sem as pintinhas e, dei pistas de algumas pintinhas que estavam escondidas na sala, para que as crianças o encontrassem e colassem na Joaninha. Terminando isso pedi aos alunos que sentassem em dupla, entreguei uma Joaninha com um dado para cada grupo, para que jogassem, e de acordo com o número obtido no dado, pintar na Joaninha o número que corresponde a quantidade de bolinhas obtidas no dado, quem terminar de pintar os números da joaninha primeira ganha o jogo, lembrando que o jogador que jogar o dado e der um número que ele já terminou de pintar terá que passar a vez para o colega, e ficar sem marcar ponto nessa rodada .
Nesse dia foi trabalhado também  diversas problemática envolvendo a  adição,subtração, multiplicação;buscando verificar quem fez mais e menos pontos;quantos pontos fez o jogador com menos ponto,os dois juntos fizeram quantos pontos, quantos conjuntos de duas Joaninhas havia na classe, se ficou alguma Joaninha sem conjunto;o número dois é par ou ímpar, escrita de números pares e impares de acordo com o números de alunos da classe; escrever os números que estão na carapaça da Joaninha em ordem crescente e decrescente;contar e registrar quantidades de pintinhas de todas as Joaninhas; completar atividades com números que faltam.   
   No terceiro dia Busquei saber por meio de situações problema número de Joaninha e pintinhas expostas nas figuras apresentadas, decomposição de  número e   escrita por extenso dos mesmos. classe e ordem númerica , unidades, dezenas,centena, valor posicional de número ,antecessor e  sucessor ,números pares e ímpar, caça- número, liguar número;desenhar pintinhas nas Joaninhas seguindo sequência;circular grupos que tem mais Joanihas.
      No quarto dia os alunos completaram texto lacunado; retirou da poesia - Joaninha, palavras que inicia com a sílaba “co” e palavras que termina com a sílaba “nha”, “za” dígrafos, encontros consonantais e substantivo comum; diminutivo e aumentativo; escrita de nomes de pessoas e objetos que inicia com a letra “J”. Ditado de palavras; ordem alfabética, escrever o alfabeto; separar sílabas e, indicar números de letras e sílabas; caça-palavra, rimas, desenhar Joaninha.
       Na quinta aula trabalhei a interpretação de texto informativo; desenho; pintura; sequência numérica; pintar palavras com as cores indicadas de acordo com a letra inicial de cada uma; fez um quebra cabeça e uma Joaninha de dobradura.                         O trabalho com a Joaninha foi significativo, pois os alunos estavam bastantes interessados até mesmo aqueles alunos que tem demonstrado poucos interesses pelas atividades diárias em sala, pois uma aluna que sempre demonstra pouco interesse pelas aulas diárias, disse professora a senhora podia dar atividades da Joaninha todos os dias, eu gostei muito dessas atividades, e assim pude perceber que ela se esforçou muito para realizar todas. E um dia dessa semana chegou um tio dela na escola e ela mostrou sua atividade a ele, pois estava feliz com o seu próprio desempenho.
    Dessa forma, mas uma vez fica comprovado que as atividades têm que ser atraente e dinâmica aos olhos dos alunos, isso pode ser atingido com ações que a nosso ver são muito simples, mas que para o aluno pode ser um momento mágico, por sentir se inserido num contexto, onde precisa criar estratégia para resolver determinadas problemáticas. E esse trabalho me fez perceber isso, ao ver a interação e esforço de cada aluno.
                                                                                                                                         






Jauru, 26/09 /2014.
Escola municipal: Lourdes Maria de Lima.
Professora: Sionei de Fátima Liandro.
Série: 3º ano.
Experiência pedagógica com jogos, em sala de aula.

Relatório:
O presente relatório busca relatar algumas experiências realizadas com jogos no ensino da matemática, proposto para os alunos do terceiro ano do ensino fundamental, na escola Lourdes Maria de Lima, Jauru MT.  Buscando atender as exigências do curso penaic. Que tem o intuito de melhorar o ensino da matemática nos anos iniciais.
Sendo assim, foram trabalhados os seguintes jogos: Disco mágico; As duas mãos; “Nunca”10; Cubra a diferença; cubra o anterior; jogo das operações; para ou arrisca I; A bota de muitas léguas; Pintando o sete; Acerto ao alvo I; Tapete amarradinho, amarradão e soltos; ficha escalonadas; estimativa.
Assim, o primeiro jogo que realizei foi o (DISCO MÁGICO), gostei muito de ter começado trabalhar jogos por ele, pois percebi que o seu colorido aguçou a curiosidade das alunas em relação a querer saber como jogar, qual era a regra do jogo, então expliquei a regra que está no livro e, escrevi no quadro o valor de pontuação de cada cor, em seguida pedi que sentassem em dupla; distribui o quadro de registro, os pratos e as fichas para que realizassem o jogo, nesse primeiro momento do jogo foi muito bom os alunos se interagiram bem, porem foi um pouco complicado na hora de somar os pontos, para determinar o pódio, pois muitos grupos teve dificuldades e queriam ser orientados todos ao mesmo tempo,mas busquei tranquiliza-los, pois eram catorze dupla,e na medida do possível fui ajudando cada uma.A realização dessa atividade foi significativa para os alunos ,pois pude perceber que a compreensão dos mesmos em relação a decomposição de número foi aprimorada .
E o segundo jogo que trabalhei foi, (AS DUAS MÃOS), o mesmo foi trabalhado de duas formas uma para os aluno que ainda estão no nível de desenvolvimento inicial, para esses alunos as atividades foi desenvolvidas seguindo a forma e regras, que estão expostas no livro de jogos. E para os demais alunos propus que as duplas jogassem dois dados e, a cada soma de dez bolinhas obtidas nos dados faziam um amarradinho de dez palitos e colocava em um dedo, e se jogassem os dados e dessem uma soma diferente de dez, deveriam separa os palitos correspondentes ao numero de bolinhas obtida nos dado e esperar as próximas jogada até, o momento em que completassem dez palitos, para fazer o amarradinho, assim seguir o jogo até que todos os dedos tinha um amarradinho de dez palitos, completando ai, uma centena de palito e assim foi feito o jogo. Meu objetivo com essa atividade é que os alunos  percebam na integra quantas unidades existem em uma centena,tendo em vistas que alguns alunos  ainda não domina essa relação .E após essa atividade já pude perceber que houve uma melhora na compreensão desse atividade por parte desses aluno .
Terceiro jogo foi o (“NUNCA”10), foi realizado de acordo com as instruções do livro de jogo, iniciei explicando a regra e como seria realizado esse jogo, em seguida pedi que formassem grupo de quatro alunos e, distribui todos os materiais a cada grupo, junto a tabela de registro. Dei uma modificada nessa tabela coloquei a cada duas jogadas um subtotal, percebi que os alunos gostaram muito de trabalhar com essa tabela porque facilitou à soma do total de pontos, os alunos participaram com interesse, interagiram bastante, uma aluna com uma calculadora em mão me ajudou bastante no auxilio de alguns grupos que estavam com dificuldades na realização das adições. Em seguida fizemos algumas decomposições de números no quadro, procurei frisar bem o valor posicional de cada número. A, pois essa atividade pôde perceber que alguns alunos que tem dificuldade, em compreender o valor posicional de números, passaram a compreensão melhor essa atividade.
 O quarto jogo foi o ( CUBRA A DIFERENÇA), que também foi trabalhado seguindo as instruções do caderno de jogo, onde expliquei como seria o jogo, e na sequência pedi que formassem grupos de quatro pessoas, entreguei o tabuleiro e os cartões para cada grupo. Essa atividade foi muito boa, pois me fez perceber de perto o tamanho da tificuldades que alguns alunos têm para realizar cálculo mental simples, como esses do caderno, e ter tido essa visão foi fundamental para que pudesse promover outros momentos para o desenvolvimento do raciocínio lógico.                  .                                                                                                                                    No final os alunos foram desafiados a realizarem alguns cálculos mentais, onde propus algumas adições e subtração simples, e o aluno que respondessem primeiro ganhava um ponto que era registrado no quadro de giz, todos os alunos participaram dessa atividade e cada um queria falar primeiro que o outro acabou virando uma competição muito boa.
Quinto jogo foi o (CUBRA O ANTERIOR), também seguiu a instrução do caderno de jogo, explique como seria realizado e as regras do jogo, pedi que fizessem grupos de quatro, em seguida entreguei os dados, os tabuleiros e os cartões, esse jogo foi mais tranquilo que o cubra as diferença, pois o antecessor eles dominam mais, porem quando foram desafiados a criarem nova possibilidade para cobrir os números do tabuleiro eles tiveram dificuldade, então intervi reformulando outras possibilidades no quadro de giz, inclusive um do exemplo que usei foi esse proposto no caderno de jogo, que para cobrir o 6 uma das possibilidade  é  tirar 4 em um dado e 3 no outro que somando  4+3= 7 e 7-1 = 6 ,dessa parte não gostaram muito pelo fato de ter que pensar. Mais, para mim foi muito bom ter essa visão, pois posso promover mais momentos para que eles criem novas possibilidades tanto na adição como na subtração, e com isso possam superar essa dificuldade.
Sexto jogo foi o (DAS OPERAÇÕES), esse jogo também seguiu as regras e passos proposto no caderno de jogos, o quadro de registro foi o mesmo, porem contendo 28 jogadores que é o correspondente aos números de alunos da sala, assim todos os alunos teriam que ficar atentos para anotar todos os resultados, com os primeiros jogadores precisei conduzir o jogo, mas partir do quarto jogador os próprios alunos conduziram o jogo, com esse jogo descobri que a maioria dos alunos gosta mais de realizar as operações de adição do que a subtração, pois quando jogavam o dado que saia a adição à turma toda vibrava de felicidades e quando saiam à subtração eles diziam “u...”, pois alguns alunos não queriam aceitar que o segundo dado tivesse número de bolinhas maior que o primeiro; exemplo se na primeira vez que jogava o dado saia 5 bolinhas  em seguida o sinal de subtração e depois, o dado de bolinha fosse 6 eles logo dizia tia 5 não da para tirar 6 ,então expliquei que era só inverter os números ou seja do número maior tirava se o menor,então passaram a realizar as operações com mais segurança.E no final os alunos resolveram algumas problemáticas tais como quem fez mais  e menos ponto,se houve empate  de pontuação,a diferença de ponto entre o maior e o menor colocado etc.Foi um jogo bastante divertido,em que todos os alunos participaram com interesse .
Sétimo jogo foi o (PARA OU ARRISCA? I); esse jogo também foi realizado seguindo as instruções do caderno de jogo, onde os alunos fizeram anotações em folhas em branco. Alguns alunos não gostaram muito da dinâmica do jogo pelo fato de que se tirar o número um perdem tudo o que já havia conquistado. Mas a maioria dos alunos gostarem e se divertiram, com o jogo.
Oitavo jogo foi, (A BOTA DE MUITAS LÉGUAS), com a sala organizada em “U” explique como esse jogo seria realizado, e que a turma toda ia realizar junto, mas cada um ia ter o seu momento de participação, então convidei alguns alunos para construírem retas no chão, onde foram feitas seis retas numerada de 0 a 25. Em seguida pedi que um aluno sorteasse um cartão amarelo e o outro aluno, sorteassem um cartão azul; e que um terceiro aluno, desse a quantidade de pulo e o tamanho do pulo, indicado nos cartões em que os amigos havia sorteados, assim seguiu o jogo até que todos os alunos tivessem participado. Procurei explorar bastante, quantos pulos o colega deu, em que número ele parou ,explorando ai também a multiplicação e a divisão. Após isso cada aluno fez uma reta no caderno e deram pulos de 5 em 5 .Essa atividade foi muito boa,pois aprimorou a compreensão dos alunos ao contar números de 2 em 2 ,3 em 3 ,5 em 5 e, assim obtendo uma melhor noção sobro o processo da multiplicação e divisão.Os alunos interagiram bem,ficava atentos para ver se o colega ia errar,se isso aconteciam eles mesmo tentava ajudá-los.
O nono jogo foi o ( PINTANDO O SETE), esse jogo também seguiu,as orientação do caderno de jogo,então  expliquei as regra e como o jogo seria realizado ,pedi que os alunos sentassem em dupla e distribui todos os materiais a eles, com esse  jogo pude perceber com mais clareza  o quanto é difícil para algumas crianças perder um jogo para o seu colega,  por mais simples  que seja,então aproveitei o momento para ,encoraja-los a enfrentas as perdas em qualquer circunstância da vida ,na sequência realizaram varias operações simples no quadro de giz .Os alunos gostaram do jogo interagiram bem uns com  os outros.
 O décimo jogo foi o (ACERTO AO ALVO I); para esse jogo fiz um quadro de registro contendo o nome dos vinte e oito alunos da classe, onde cada aluno tinha que estar atento a todas as jogadas, pois tinham que anotar as jogadas de todo os colegas, também mudei o valor das bolinhas para dez, pois vi aqui mais uma oportunidade, para estar reforçando o estudo sobre as dezenas. Assim, antes de bater o sinal para entrarem para sala de aula ,fui até a sala de aula e coloque as carteiras em “U” para que o centro da sala ficasse livre para fazermos o circulo,escrevi no quadro o nome do jogo. No inicio da aula expliquei o jogo que iríamos realizar sua regra e como seria feito no chão da sala de aula. Em seguida chamei dois alunos para medir o barbante, onde um segurou o barbante e o outra mediu com uma trena um metro e meio de barbante. Então chamei outros dois alunos, um amarrou uma ponta do barbante no meio de uma caneta e o outro aluno amarou a outra ponta do barbante no meio de um giz, então um segurou a caneta no chão e o outro fez o circulo com o giz. Em seguida chamei outros três alunos para organizar as bolas de gudes no centro do círculo, feito isso deu se início ao jogo. Nesse jogo foi realizado duas rodadas, os alunos estavam tão empolgados que se fossem deixas teriam jogado a aula toda, eles torciam como se fosse um campeonato. Na sequência foram trabalhadas, algumas problemáticas e, um fato que me chamou atenção nesse jogo foi o fato de que a maioria dos alunos fez pontuação zero ,onde na primeira rodada as bolinhas estava  distribuída igual as expostas no livro.E com o intuito de diminuir o gral de dificuldade , na segunda  rodada procurei juntar  mais as bolinhas,porem os resultados permaneceu mais ou menos igual ao da primeira rodada.Então  a maioria dos os alunos que estão em fase de desenvolvimento mais avançado,não aceitavam ter feito menos pontos que um alunos em fase de desenvolvimento iniciais .Onde ao responder as problemáticas de quem fez mais e menos ponto,a diferença  de pontuação,algumas alunas em desenvolvimento mais avançado que haviam feito pontuação 0, dizia ter feito pontuação máxima e colocava a pontuação 0 para o aluno da fase de desenvolvimento inicial que tinha feito a maior  pontuação.Então tive que promover  uma conversa sobro o respeito ,aceitar as perdas independente do tamanho que ela seja ,pois na vida  real  estamos competindo a todos os momentos,e não sabermos lidar com as perda é muito complicado,pois ,podemos pagar preço muito alto ,por não sabermos lidar com as nossas emoções etc.Este foi um jogo bem descontraído,em que todos os alunos participou com interesses.
Trabalhei também o (TAPETE DO AMARRADINHO, AMARRADÃO E SOLTO), formando os grupos da unidade, dezena e centena. Nesse jogo os alunos sentaram em dupla e, cada um na sua vez jogava os dados e, a soma dos dois dados era pego em palitos, se a somo for inferior a dez, coloque os palito solto sobre a unidade,quando completar dez trocas- se por um amarradinho e coloque sobre as dezenas ,e se a soma dos dois dados for igual a dez, faz-se um amarradinho e coloque sobre a dezena, quando formar dez amarradinhos troca por um amarradão. Essa atividade foi muito boa para que os alunos passassem a compreender melhora decomposição de números.
Trabalhei também com a (FICHAS ESCALONADA), nessa atividade os alunos sentaram em grupos de quatro, porem cada aluno montou suas ficha em sua carteira, foi muito bom, pois um ajudava o outro. É uma atividade bacana, fácil de ser trabalhada, e já pude perceber bons resultados em relação à decomposição de números por partes de alguns alunos que ainda tinha dificuldades nessa atividade.
Trabalhei também a (NOÇÃO DE ESTIMATIVA) levei para a sala de aula dois potes do mesmo modelo, porem de tamanho diferente com balas, com as mesmas quantidades de balas, perguntei a cada aluno quantas balas, achava que tinham em cada pote, as respostas foram as mais variadas possíveis, porem ao ser questionado em qual dos dois potes achavam ter mais balas, amaioria dos alunos disseram ser o pote menor e somente uma aluna disse que achava que os dois potes tinham a mesma quantidade. Na sequência aproveitei para contar as balas de cada pote e notei os resultados no quadro de giz, explorei a adição e a multiplicação para chegarmos ao resultado total, da quantidade de bala existente nos dois potes. Aqui pude perceber que muitos alunos, na hora de fazer uma análise como essa não tem noção do que esta dizendo. A pós e essa atividade percebi que é preciso trabalhar essa atividade com mais frequência, em minhas aulas, para que os alunos possam suas noções de estimativas.
Ao concluir esses relatórios posso dizer que empregar o jogo em minha pratica pedagógica não foi fácil, às vezes achava que ai perder o domínio da turma, tento em vista que de início os alunos ficavam muito eufóricos, mas “Eu” dava um jeitinho daqui outro dali, até que as coisas normalizavam. Então acredito que um dos primeiro passos para o trabalho com jogo em nossas aulas de certo de fato, é primeiro vencer o medo, do não domino de sala, até por que o jogo é para se tornar a aula prazerosa e não maçante, pois sabemos que o jogo para o ensino da matemática quando bem planejados são recursos pedagógicos eficazes e, fundamental na aprendizagem de conceitos matemáticos, porque a criança envolve ao fazê-lo e, isso propicia uma aprendizagem natural, em que o aluno não precisa decorar regras e conceitos que não entendem o que torna as aulas cansativas e desinteressantes, tanto para o professor que não vê bons resultados no seu trabalho, quanto para os alunos que acabam cansando e muita das vezes até detestando a disciplina. Então posso dizer que a realização dessa atividade foi muito bom, tanto para os alunos quanto para mim, pois proporcionou momentos de aprendizagem  significativas.

















Jauru, 28/07/2014
Escola municipal: Lourdes Maria de Lima.
Professora: sionei de Fátima Liandro.
Atuando com a turma do: 3º ano.

                     1º Relatórios de experiência pedagógica:

  Bom, apesar de estar trabalhando na escola mencionada acima, falarei de quatro experiências que trabalhei com meus alunos, sendo uma de quando trabalhava na educação infantil, a qual atuei por 12 anos aqui na creche de Jauru MT. E as outras três com a turma que atuo atualmente.
  Sendo assim, quando trabalhava na educação infantil com crianças de 3 anos,sempre me preocupava em trabalhar as noção matemática  através do lúdico, de modo que essa noção não ficassem restrita apenas as  melodias infantis, mas que pudessem ir um pouco além  das diversas melodias como: a do cinco patinhos, elefantes que incomoda muitas gente,1,2,3 indiozinho etc. Pensando assim ,elaborei uma tabela, na folha  A4,risquei  da largura e comprimento de uma régua comum ,pintei cada três quadrado  com cores diferentes,depois da tabela  pronta  colei em uma capa dura de caderno velho,  para ficar mais firme , em plastifiquei com fita e, coloquei varias tampas de garrafas pet  coloridas , em  uma caixa de sapato  em cima da mesa  e pedia as crianças uma de cada vez que pegassem tampinhas de uma determinada cor e colocassem em  cima de um quadrado da tabela que fossem da  mesma cor da tampinhas ,em seguida realizava a contagem das tampinhas,fazia agrupamento de tampinha por cor  indicando o numero de cada cor  sequência de cores e numérica .As crianças gostavam muito dessa atividade, então eu sempre trabalhava ela. O que mais me deixava fascinante é perceber como uma criança com apenas três aninho conseguiam criar estratégia impressionantes.
Com essa atividade trabalhei varias habilidades tais como: reconhecimento de cores e números, noção de sequência de cores e de números até cinco, comparações etc.. Essa é uma experiência que deu certo e que vou guardar comigo para sempre.
                                                                                                        












      2º Relatório de experiência pedagógica:

No dia 15 /07/2014, trabalhei na aula de matemática com amarelinha, no início fizemos uma roda de conversa sobre essa bincaderira. Então perguntei se todos conheciam e gostavam dessa brincadeira, se brincam sempre, onde e com quem apreenderam a brincar etc. Em seguida entreguei a eles duas atividades de amarelinha para que pudessem completar, uma para ser completada com números do um ao dez e a outra para completar com números de dez em dez, indo do dez ao cem, então disse a eles que iríamos confeccionar também duas amarelinhas iguais a que eles haviam acabado de completar. Nossa! As criançadas ficaram eufóricas. E assim, que acabaram de completar as atividades do caderno, com a turma sentada em “U” passaram a confeccionar às amarelinhas bem no centro da sala com cartolinas coloridas, todos os alunos participaram com entusiasmo, após produção das amarelinhas, foram pular cantando cada número existente nela. A aula foi boa, passou que agente nem viu, os alunos se divertiram pulando a amarelinha, com isso aprendeu muito sem se dar conta que estava estudando e não apenas brincando, uma aluna disse professora eu gostei da aula de hoje foi muito legal todas as aulas poderia ser assim.                                                                                     Com essa atividade trabalhei varias habilidades como: a coordenação motora e lateralidade; ordem crescente e decrescente; reconhecer cores e números, sequência numérica; estimular a concentração e percepção.
















                    
 3º Relatório de experiência pedagógica:

28/07/2014 - Hoje fizemos uma atividade de matemática usando a fita métrica, no primeiro momento fizemos uma discussão, onde perguntei se eles conheciam essa fita, se sabem pra que ela serve, quais profissionais que mais utiliza ela, perguntei se algum dele já havia pegado uma fita desses na mão. Após vários questionamentos, com a turma sentado em “U” entreguei aos alunos duas fitas métricas para que passassem de mão em mão e pudesse conhecê-la de perto, tendo em vista que a maioria deles disse não conhecer essa fita, pedi a eles que observassem bem, pois precisavam compreender que um número esta sempre dentro do outro, pois quando contamos um, dois, é preciso saber que o um esta embutida no dois, ou quando contamos uma sequência de números de um  ao dez,precisamos saber que todos os números que falamos antes do dez esta dentro dele, ou seja, esta embutido no dez, isso acontece com todos os números,expliquei ainda que, assim como os nossos órgãos, a comida que comemos estão dentro do nosso corpo, assim estão os números um dentro do outro,portanto é preciso compreendermos o significado dos números para que possamos usa-los de maneira significativa, pois esses fazem partes de nossa vida desde que estamos dentro da barriga de nossas mães, é possível saber o peso, tamanho, quantas semanas de gestação tem um bebe ainda na barriga da mãe. Após explicação entregue aos alunos uma atividade igual uma fita
métrica para que eles pintassem, a cada dez centímetro com cores diferente, em seguida recortar e colar na sequência correta, obtendo ai uma fita semelhante a que eles tinham em mãos, os alunos capricharam na atividade e ao perceberem que a fita deles ficou bem parecida com a original ficaram empolgados, um mostrava para o outro o resultado de sua atividade.                                                                           No final da aula, a alunas Maria Eduarda chegou até a mim e disse: professora agora sim, eu aprendi a contar de dez em dez e começou a contar, e explicar o que havia aprendido na aula, a inda disse gostei muito da aula de hoje. Agora que todos tem sua fita métrica, pretendo usa-las nos conteúdos de unidades de medidas, pedir para eles medir as carteiras, portas, quadro, janelas, os colegas, etc.
Habilidades desenvolvidas: conhecimentos sequenciais e análise numérica; despertar o raciocínio lógico; exercitar a concentração e coordenação motora; adquirir noções básicas de medida etc.






Professora: Sionei  de F. Liandro.
Jauru MT.

4º Relatório de experiência pedagógica:

        Na aula de matemática de hoje (,29 /07-2014),trabalhei unidade de tempo usando uma sugestão proposta no livro de matemática do 3º ano ( Porta Aberta,p.33),que foi recortar a figura do relógio da ( p.261) e colar os ponteiro para que os alunos possam manipular cada um o seu relógio tornando mais fácil aprenderem ver as horas ou seja obter uma noção mais concreta de medida de tempo,de uma maneira mais dinâmica .                                                        Sendo assim iniciei a aula perguntando se conheciam relógio, para que servem os mesmos, quem tem, ou seja, quem já teve um, mesmo que seja de brinquedos, costumam ver ou perguntar as horas em sua casa, quando faz isso e assim,seguiu os questionamentos. Na sequência distribui os livros e junto um pedaço de cartolina e E.V. A, para que recortassem o relógio colassem na cartolina e pedaços de E.V.A. em volta do relógio, a pós o relógio pronto, ”EU”, pedi aos alunos que indicassem no relógio a hora que cada um toma o seu café da manhã, horário que almoça para vir à escola, o horário que o sino da escola taca para o inicio das aulas e o horário que terminam as aulas. Nossa! Esse momento foi mágico, pois todos marcavam a hora no relógio ao mesmo tempo, e queriam que eu olhasse todos ao mesmo tempo também, só que eu não dava conta, pois tinham 26 alunos, mais “eu” pedia calma e finalmente consegue ver e dialogar com cada um. E foi muito bom ver a euforia dos alunos.
 Conclui que a aula possibilitou a interação das crianças em meio ao momento prático e aprendizagem de conceitos matemáticos; proporcionou também a elas um momento de reflexão informações sobre sua rotina diária bem como a identificação dos horários das ações mais importantes do seu dia- dia .
Os alunos acharam a aula interessante, muito deles disseram que agora sim tem noção de como ver as horas no relógio e que a aula estava muito boa.




curso rede de aprendizagem 
Atividade 3.1.1

As diretrizes das escolas de modo geral, frente ao uso das mídias sociais devem compreender o uso das mesmas como um fator fundamental, pois possui papel importante, no processo que avança com a participação de professores e alunos para socialização, porém, as políticas e regras de utilização hoje ainda passam por um processo de definição em muitas instituições escolar.
Portanto, penso que não deve haver proibição efetiva do uso das redes sociais e nem dos aparelhos digitais nas escolas, desde que sejam utilizados  com a finalidade pedagógica no processo de ensino aprendizagem, a utilização dessas ferramentas como uso pessoal não devem ser permitida em sala de aula, sem que o professor  defini a utilização dos aparelhos digitais em suas aulas.
Acredito que estas ferramentas devem ser utilizadas principalmente para divulgar as ações desenvolvidas na escola, promover a divulgação dos informes, etc. Não deve haver uma política que regulamente a divulgação de imagens, porém, tudo que for divulgado devem se passa por avaliação da equipe que administra as mídias.
É importante salientar que as redes sociais têm um papel importante na vida da maioria dos nossos alunos e por isso, entendemos que devem ser utilizadas na dinâmica da prática pedagógica e da aprendizagem dos alunos, principalmente em relação ao facebook, que pode ser utilizado como uma ferramenta de apoio para divulgação de material como exercícios, vídeos, projetos, etc. É preciso, também, sensibilizar os alunos para que possam utilizar esses recursos de maneira consciente, responsável e saudável, alertando-os quanto aos riscos de postagens e compartilhamento de informações.
         As escolas de modo geral ainda precisam avançar na utilização das mídias sociais, é preciso criar outros meios, para que haja envolvimento da comunidade geral neste processo. Pois a relação escola/comunidade é excelente, uma vez que a participação dos pais, alunos, professores e comunidade escolar nos eventos e ações desenvolvidas são significantes.